Soluções caseiras para tratar estrias

Estrias são cicatrizes que se formam na pele após a mesma esticar muito, geralmente, em decorrência de gravidez, dietas radicais, musculação. Embora homens também podem ter estrias, em mulheres é muito mais comum.

Enquanto as estrias vermelhas são aquelas mais recentes, portanto, mais fáceis de serem tratadas, as estrias brancas, no entanto, são as mais antigas e mais complexas de tratar, muitas vezes, sendo necessário se apelar para tratamentos mais radicais.

Por mais que, atualmente, existam muitos tratamentos, realmente, eficazes, é possível tratar as estrias você mesma, em casa, e até apelar para algumas soluções caseiras.

Certamente, bons resultados vão depender, não apenas, de seguir o tratamento corretamente, como também, do grau das estrias.

Estrias vermelhas

Como foi dito, as estrias vermelhas são aquelas mais recentes, portanto, o sangue ainda está circulando, sendo mais fáceis de tratar.

E a melhor solução caseira para estrias vermelhas é hidratar muito bem a pele, usando creme ou óleo hidratante todos os dias, no mínimo 2 vezes ao dia.

Outra dica é evitar usar roupa muito apertada, pois isso favorece as estrias.

Também evite oscilações de peso, com dietas muito radicais, pois isso não permite que a pele se adapte ao novo peso, acaba esticando muito rápido e, assim, rompendo as fibras com mais facilidade, dando origem às estrias.

As estrias vermelhas costumam coçar muito, a dica, no entanto, é não coçar, pois isso vai favorecer a ruptura da pele, deixando-as ainda mais fragilizada e propensa às estrias.

Para diminuir a coceira, a dica é colocar o creme dentro da geladeira, já que a  temperatura fresca ajuda a diminuir a coceira, evitando a formação das estrias.

E atenção, evite esfoliar nessa fase, pois isso pode agravar o surgimento das estrias.

Estrias roxas

Enquanto as estrias vermelhas são aquelas recentes, já, as estrias roxas estão numa fase intermediária, portanto, não são tão novas, mas também, não coçam tanto.

Dica: Silk Skin Funciona para estrias vermelhas, roxas e brancas!

Quem tem estrias dessa cor deve caprichar na esfoliação da pele, para aumentar a circulação sanguínea e, também, aplicar um bom creme para estrias logo a seguir, para que ele penetre mais facilmente na pele, promovendo maior e melhor efeito.

Receitas de esfoliantes caseiros

A boa notícia é que é possível fazer a esfoliação com misturas caseiras, se não quiser fazer com esfoliantes industrializados.

Algumas opções caseiras são:

  • Borra de café: Misture 2 colheres (de sopa) de borra de café e  2 colheres (de sopa) de sabonete líquido;
  • Açúcar e óleo:2 colheres (de sopa) de óleo de amêndoa doce e 2 colheres (de sopa) açúcar branco;
  • Bicarbonato com água:2 colheres (de sopa) de bicarbonato de sódio e 2 colheres (de sopa) de água;
  • Fubá e iogurte: 2 colheres (de sopa) de borra de fubá grosso e 2 colheres (de sopa) de iogurte natural.

A dica é fazer a esfoliação 2 vezes por semana, esfregando as misturinhas com as mãos, algodão, luvas de esfoliação, ou bucha vegetal.

Uma outra boa estratégia é passar um pente fino em cima das estrias, nas direções vertical, horizontal e diagonal, por cerca de 5 à 10 minutos, isso ajuda a aumentar a circulação sanguínea, preparando a pele para o uso do creme a seguir.

Receita de creme caseiro antiestrias

Ingredientes

  • 1 creme nívea (lata azul)
  • 1 tubo de hipoglós
  • 1 ampola de arovit (vitamina A)
  • 1 frasco de óleo de amêndoas (100 ml)

Modo de preparo

Misture todos os ingredientes e coloque num frasco limpo, fechado e mantenha na geladeira.

Utilize o creme diariamente, em todas as áreas afetas pelas estrias.

Confira os principais riscos da cirurgia para aumentar os seios

Embora o Brasil seja o segundo país que mais realiza cirurgia plástica, só atrás dos EUA, o que muita gente não sabe, ou não leva em consideração,é que como qualquer cirurgia, a cirurgia plástica também oferece riscos ou complicações.

Infecção, trombose, rompimento dos pontos, parada cardíaca são só alguns dos possíveis riscos.

O fato é que embora eles sejam mais comuns em pessoas que possuem doenças crônicas, anemia ou que tomem anticoagulantes, os riscos existem para qualquer pessoa, principalmente, quando a cirurgia dura mais de 2 horas, em caso de anestesia geral.

Sem dúvida, a melhor maneira de evitar possíveis os riscos ou complicações com uma cirurgia plástica é realizar o procedimento em uma clínica ou hospital, com um cirurgião plástico membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e seguir todas as suas recomendações no pré e pós operatório.

Uma dica para aumentar e firmar os seios sem precisar de cirurgia é fazendo o uso do Femme Busto que é um produto natural que ajuda no aumento e fortalecimento dos seios.

7 possíveis complicações na cirurgia plástica

  1. Hematoma e manchas roxas

Desenvolver hematoma é a complicação mais comum da cirurgia plástica, que ocorre devido ao acúmulo de sangue na região operada, causando inchaço e dor. Também podem surgir manchas roxas, Pelo fato dos vasos sanguíneos se romperem durante a cirurgia.

Na verdade, essas são complicações esperadas,muito comuns em cirurgias para corrigir pálpebras, como blefaroplastia, lifting facial ou lipoaspiração, e costumam ser tratadas apenas com uso de gelo ou aplicação de pomadas, desaparecendo em até 2 semanas após a cirurgia.

  1. Diminuição da sensibilidade

Devido ao inchaço na região operada, pode ocorrer a perda de sensibilidade em cima da cicatriz, embora a tendência é essa sensação ir diminuindo com o tempo.

  1. Cicatrizes deformadas

Após qualquer cirurgia plástica, pode ocorrer o surgimento de cicatrizes grossas, deformadas e queloides, embora sejam mais comuns em cicatrizes maiores.

Também é possível desenvolver nódulos debaixo da pele, causados pela formação de um tecido duro no local, que repuxa a pele.

Também, em alguns casos, podem surgir uma cicatriz retrátil, repuxando a pele para dentro e criando um buraco na região operada.

Sem dúvida, a melhor forma de tratar cicatrizes deformadas é com sessões de fisioterapia estética, ou refazendo a cirurgia plástica, para corrigir a cicatriz.

  1. Acúmulo de líquido

No caso de inchaço, pele avermelhada, dor e sensação de flutuação no local da cicatriz, pode estar havendo o chamado seroma.

Para evitar esta complicação é recomendado o uso de faixas, cintas ou curativos compressivos no pós-operatório, assim como, repousar e usar um dreno para remover o líquido em excesso.

Em alguns casos, pode ser preciso retirar o excesso de líquido com uma seringa para facilitar a recuperação.

  1. Abertura dos pontos

A abertura dos pontos ou grampos pode causar risco de desenvolver uma infecção, e o tempo de cicatrização aumenta.

Geralmente, isso acontece quando a pessoa realiza movimentos excessivos no pós-operatório, sem cumprir o repouso recomendado pelo médico, sendo mais comum em cirurgias como abdominoplastia.

  1. Infecção

É mais comum haver o risco de infecção em torno da cicatriz, porém, pode ocorrer uma infecção interna, causando sintomas como inchaço, dor, febre e pus.

E mais, quando é feita a aplicação de próteses de silicone, como mamoplastia de aumento, também pode ocorrer a rejeição da prótese, surgindo a infecção, tratada com medicamentos específicos, receitados pelo médico.

  1. Trombose

É extremamente importante ficar atento para no caso de haver formação de trombos ou coágulos, sendo comum sentir inchaço e intensa dor nas pernas, principalmente, na panturrilha, além de pele arroxeada e, se não for tratados rapidamente, os coágulos podem deslocar-se para os pulmões e provocar embolia pulmonar, que é muito grave e pode ser fatal.

Justamente, para evitar esta complicação, o médico costuma receitar anticoagulantes, e pedir para movimentar os pés e as pernas mesmo em repouso.

E vale ficar atento, pois além dessas complicações acima citadas, também pode ocorrer necrose, que é a morte dos tecidos por falta de sangue e oxigênio, ou ainda, ocorrer a perfuração de órgãos. Porém, ambas são complicações mais raras, mais relacionadas a inexperiência do cirurgião plástico.

Qual o tratamento da hiperplasia de próstata?

Chegou até aqui querendo saber como tratar a hiperplasia de próstata? Então, veio ao lugar certo. Confira nesse artigo qual o tratamento para esse problema.

Primeiramente, vale saber que a hiperplasia prostática é o aumento benigno  no tamanho da próstata (não significa um câncer). Geralmente, esse problema acomete cerca de 25% dos homens entre 40 e 49 anos, e já na faixa entre 70 e 80 anos, essa taxa chega a 80%.

O fato é que esse aumento pode acabar trazendo muito desconforto e até algumas doenças. Sabendo que, geralmente, a próstata tem o tamanho de uma noz, essa glândula pode ficar tão grande, atingindo o tamanho de uma bola de tênis.

Como foi dito, esse aumento é um problema porque pode acarretar outros mais sérios, já que o crescimento da próstata pode acabar comprimindo a uretra, diminuindo o seu calibre e impedindo a passagem da urina. E a urina estagnada, acaba por favorecer o aparecimento de infecções e até cálculos renais.

Sintomas da hiperplasia de próstata

Os sintomas só começam a aparecer quando a próstata aumentada passa a bloquear o fluxo urinário. Começa como uma leve dificuldade para iniciar a micção ou com a sensação de que não se urinou o suficiente. Como a bexiga não se esvazia completamente, é necessário urinar com mais frequência, geralmente durante a noite (noctúria).

Outro sintoma é ter vontade de urinar mais urgente (com a vontade surgindo de repente). Também o volume e a força do fluxo urinário podem diminuir muito, com a urina gotejando ao final da micção.

Tratamento da hiperplasia de próstata

Geralmente, quando os sintomas são leves, como acordar à noite uma ou duas vezes para urinar, nesse caso, não é necessário nenhum tratamento, embora precisem ser acompanhados com toques retais e determinações periódicas do PSA.

Já, no caso de sintomas mais intensos (dor, sangue na urina, infecções frequentes), então, é necessário conversar com o urologista sobre as vantagens e desvantagens do tratamento.

Basicamente, a primeira opção de tratamento é com medicamentos naturais, Renova Prost é um deles e muito eficiente, caso seja necessário aí sim, devem ser considerados remédios normais, sendo considerados quatro possíveis classes de medicamentos, para aqueles casos não cirúrgicos:

1) Bloqueadores alfa-adrenérgicos, eles já na primeira semana de uso, costumam diminuir os sintomas, porém, podem provocar hipotensão, fadiga e tontura;

2) Inibidores da 5-alfa-reductase, chegam a diminuir a próstata em até 25%, porém, podem causar diminuição da libido, disfunção erétil e ginecomastia;

3) Antimuscarínicos, reduzem a hiperatividade da bexiga, porém, podem deixar a  boca seca e os olhos secos e ainda prender o intestino;

4) Tadalafila, um inibidor da 5-fosfodiesterase, muito usado para tratar disfunção erétil,  na dose de 2,5 a 5 mg/dia relaxa a musculatura vesical e reduz a velocidade de crescimento da próstata, porém, pode causar dor de cabeça, dores lombares, rubor facial e congestão nasal.

Como podemos ver, todos os medicamentos não são livres de efeitos colaterais, por isso, é fundamental conversar com o médico para, juntos, escolherem a melhor opção.

Há ainda a opção de, caso os medicamentos não surtirem efeito, se avaliar a possibilidade de apelar para uma cirurgia, existindo duas opções: uma é realizar a cirurgia  através da uretra, com um cistoscópio dotado de pequenas garras, que abrem “um túnel” na próstata para facilitar a passagem da urina; a outra é o uso de laser.

Vale ter em mente que é fundamental que, a partir dos 50 anos de idade, os homens consultem o urologista uma vez por ano, pelo menos, lembrando que quanto antes se iniciar o tratamento, mais rápido e fácil ele será.

Pense nisso antes de remover as amígdalas

Sofrer resfriados e gripes com mais frequência do que o normal é incômodo e mostra que o sistema imunológico não está funcionando com capacidade total.

Uma das razões pelas quais isso acontece é que suas amígdalas foram removidas quando criança. Esta operação multiplica por três o risco de infecções respiratórias na idade adulta.

SEM AMÍGDALAS AUMENTA O RISCO DE INFECÇÕES E ALERGIAS

Pesquisadores da Universidade de Melbourne (Austrália), que publicaram seu estudo na revista Jama Otolaryngology-Head & Neck Surgery , afirmam que a remoção também favorece o desenvolvimento de alergias que afetam a pele e os olhos.

Frio ou calor contra a dor de garganta: qual é o melhor?

O estudo analisou dados coletados nos relatórios médicos de 1,2 milhão de crianças dinamarquesas com mais de 20 anos. Destes, 60.400 foram operados.

Depois de completar 30 anos, os participantes que foram submetidos à operação foram ao médico para tratar resfriados, muco ou bronquite três vezes mais que as pessoas não operadas.

Mas as consequências não se limitam a doenças menores. Os operados também sofrem um risco aumentado de pneumonia e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), como asma ou enfisema.

Os pesquisadores também descobriram uma alta tendência a sofrer 28 tipos diferentes de doenças, incluindo infecções parasitárias, doenças de pele, doenças oculares …

POR QUE AS AMÍGDALAS SÃO REMOVIDAS?

Os médicos costumam propor a remoção das amígdalas quando a criança sofre repetidamente de amigdalite ou otite média.

A operação pode consistir em uma amigdalectomia (remoção das amígdalas) ou uma adenoidectomia (as adenóides ou vegetações localizadas atrás do nariz acima do palato na nasofaringe são removidas ).

No entanto, as amígdalas e adenóides não são tecidos irritantes ou inúteis, mas desempenham um papel importante na imunidade precoce, uma vez que as células defensivas instaladas nelas bloqueiam a penetração de bactérias e vírus no pulmão e na garganta.

O Dr. Shaun Byars, diretor da pesquisa, explicou que agora eles têm dados objetivos sobre as consequências da intervenção e compreendem melhor as funções do tecido imunológico.

ENCONTRE ALTERNATIVAS PARA A OPERAÇÃO

À luz dos resultados de seu estudo, os pesquisadores aconselham a procurar alternativas à cirurgia.

Na Espanha, as excisões foram reduzidas nos últimos anos, uma vez que a maioria dos médicos sabe que as amígdalas têm uma função positiva, mas muitas intervenções continuam sendo realizadas.

As crianças geralmente não são submetidas à cirurgia, mas recebem antibióticos que têm efeitos colaterais, inclusive incentivando o surgimento de bactérias resistentes.

O Dr. Ramón Roselló propõe vários tratamentos naturais que requerem um pouco mais de atenção e consistência do que simplesmente tomar algumas pílulas, mas que são eficazes:

  • Garanta uma boa hidratação bebendo muitos sucos e caldos de vegetais durante os dias doentes.
  • Aplique capas de água fria.
  • Aplique suco de limão nas amígdalas, várias vezes ao dia, por 48 a 72 horas.
  • Gargarejar com uma mistura de água quente e peróxido de hidrogênio em partes iguais várias vezes ao dia.
  • Faça-os com água morna e sal (uma colher de chá por xícara).

Se esses meios não funcionarem, é indicado recorrer a antibióticos.

O tratamento natural pode impedir a evolução e a recorrência de amigdalite ou angina. Repetição e aparecimento de apneias do sono são as causas que atualmente levam as crianças à sala de cirurgia.

A operação pode ser parcial (por radiofrequência, parte do tecido é preservada) ou total (as amígdalas são completamente removidas).